quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Caju, Castanha e Walter Salles

Parece que a dupla de repentistas Caju e Castanha encanta o diretor Walter Salles, tanto que foram alvo de dois curtas-metragens. Um gosto duvidoso? Talvez, mas que eles são bons no que fazem, inegável. No primeiro, feito em 2002, chamado de ‘Uma Pequena Mensagem do Brasil’ ou ‘A Saga de Castanha e Caju contra o Encouraçado Titanic’, mostra a dupla com uma mini explicação sobre o ritmo e embolando sobre os astros da terra do Tio Sam, desde Stallone, passando por Schwarzenegger e terminando no ótimo Leonardo di Caprio, que, para eles, ainda era o galã do Encouraçado Titanic. A graça de misturar a cultura brasileira com os astros de Hollywood dá uma mistura interessante.


Pena que repetir a fórmula quase nunca dá bons frutos. Esse erro gerou um dos piores trabalhos da ótima coletânea ‘Cada um Com Seu Cinema’, e, ao meu ver, o pior trabalho do duo Salles e Thomas. ‘A 8 944 km de Cannes’ tenta homenagear Cannes e o Cinema ao som de repente e sem referências relevantes sobre a história do cinema mundial, com repetições nos ínicios dos ‘embates’ e apenas à frente de um cinema na cidade de Miguel Pereira/RJ beira o mal gosto, ao lado dos outros. Poderiam estar a 8 milhões de quilometros de Cannes. Veja o erro:


Tomara que Salles e Thomas não queiram fazer mais outros curtas com a dupla, até porque já deveriam ter parado no primeiro.

Vitor Stefano
Sessões

2 comentários:

  1. Olha você "errado" aí!rs

    Um curta-documentário que começa com o clássico "Os Incompreendidos" de Truffaut e o delicioso "repente" de Caju & Castanha, merece mais respeito e consideração.
    Vou lhe contar uma coisa, os franceses ficaram loucos com este curta, lá em Canes!

    Saudações!

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  2. Cannes
    Cannes
    Cannes
    Cannes
    Cannes
    Cannes
    Cannes
    Cannes
    Cannes
    Cannes

    rs!

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