terça-feira, 27 de outubro de 2009

Sessões no Prêmio Bravo! Prime de Cultura

Uma noite de confraternização para os grandes nomes da cultura brasileira. Sim! Falamos do 5.º Prêmio BRAVO! Prime de Cultura. A festa de premiação aconteceu nesta segunda-feira, na bela e solene Sala São Paulo.

Sessões estava lá, representado pelos sócios-fundadores Vitor e Leandro com suas respectivas e ilustres companhias Sheila e Marilia. Tivemos o prazer de trocar algumas palavras com três grandes novos atores do nosso cinema. Dê só uma olhada e julgue: É ou não é uma baita autopromoção do Sessões?

Uma das grandes estrelas da noite foi o ator Selton Mello, escolhido pelos internautas como o Artista Prime do Ano.





O ator baiano João Miguel, famoso por suas atuações em “Cinema, Aspirinas e Urubus” e “Estômago” estava presente e a peça “Só” de Alvise Camozzi e encenada por ele concorreu na categoria “Teatro”.



Lázaro Ramos foi o mestre de cerimônias da noite e trocou algumas palavras com a Primeira Dama do Sessões, Sheila.



Levou o prêmio de “Cinema” o pequeno grandioso filme “Terra Vermelha” de Marco Bechis. Aliás, é dolorido e sensacional! Quem não viu, veja! Este concorria com “Jean Charles” de Henrique Goldman e “Simonal – Ninguém Sabe o Duro Que Dei” de Claudio Manoel, Micael Langer e Calvito Leal.
Para quem não conseguiu assistir, veja aqui o filme completo atráves do site voltado às necessidades e uma voz do povo indígena no Brasil - Web Brasil Indigena - http://www.webbrasilindigena.org/ - Terra Vermelha de Marco Bechis, de nome original BirdWatchers - La terra degli uomini rossi.


Para saber mais do prêmio e seus vencedores, acesse:
http://bravonline.abril.com.br/

Aquele abraço,

Sessões

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

O Mágico de Oz

Nome original: The Wizard of Oz
Diretor: Victor Fleming
Ano: 1939
País: EUA
Elenco: Judy Garland, Frank Morgan, Ray Bolger, Bert Lahr, Jack Haley e Billie Burke.
Prêmios: Oscars de Melhor trilha sonora (Herbert Stothart) e Melhor canção original por "Over the Rainbow" de Harold Arlen e E.Y. Harburg
O Mágico de Oz (1939) on IMDb


Meu povo amado!
Meus irmãos espantalhos!
Meu grande exército de leões!
Meu magnífico ballet de homens de lata!
Meninas virgens do interior!

Quem vos fala é o Mágico de Oz. Muito obrigado, a vocês dou meu coração! Sou um homem de muitos sonhos e trabalharei duro para o bem estar de todos nesta terra. Durante a minha gestão prometo que lutarei em prol dos menos favorecidos! Criarei o Bolsa-Cérebro e o Programa Pró-Coragem. Retomarei as obras da Linha Amarela do Metrô, que se estenderá até o Kansas...

Já comprou uma promessa destas alguma vez? Que atire a primeira maçã, os que nunca vislumbraram um mundo em que tudo que é desejado simplesmente acontece. Um lugar onde os desejos do presente são as realizações de um futuro imediato. Este inconsciente coletivo já foi visto por mais de um bilhão de pessoas em todo o mundo. O cinema imortalizou o desejo humano de estar além do arco-íris em technicolor. O maior clássico infantil do cinema e o único filme com temática infantil que sempre figura na lista dos best of the best já realizados.

Em comemoração aos 70 anos do filme e em depreciação da minha cachola que não anda lá estas coisas para escrever, fiz um “control+c control+v” de curiosidades, ou porque não, motivos para ver o filme os que ainda não viram. Aproveitem!

“O Mágico de Oz foi visto por mais pessoas do que qualquer outro filme, mais de 1 bilhão de espectadores em todo o mundo. Apresenta-se, provavelmente, como a produção cinematográfica mais apreciada já feita em todas as línguas.”

“Foram utilizados quase 70 sets de filmagem com diferentes esquemas de iluminação e padrão de cores, e a maior parte das cenas foram rodadas em Technicolor. Um time de 150 pintores aplicaram 62 diferentes cores ao pano de fundo de Oz que media 600 m x 12 m. Também foram criados efeitos especiais para as seqüências do tornado e dos macacos voadores e 4.000 figurinos.”

“Mesmo não sendo o primeiro filme produzido em Technicolor (como muitos acreditam), O Mágico de Oz faz um uso notável da técnica.”

“Apesar de “Over the Rainbow” ser apenas uma canção num filme, o desempenho de Judy Garland foi tão grande ao cantá-la, que a mesma sempre é lembrada por esta canção, além de ter sido a combinação canção-artista mais bem recebida de todos os tempos. Parece inconcebível, mas, “Over the Rainbow” foi eliminada do filme. Alguns executivos queixaram-se de que “atrasava o filme” e acharam indigno para uma estrela da MGM cantar num curral. Mas, o bom senso prevaleceu e a canção foi reincerida.”

“No aniversário de 50 anos do filme, a famosa joalheria americana Harry Winston criou sapatos de rubi verdadeiros no valor de 3 milhões de dólares.”

“A roupa do leão covarde pesava quase 45 kilos.”

“O cachorro Totó teve momentos difíceis durante as gravações, porque os ventiladores gigantes usados para criar o efeito da ventania faziam com que o mesmo fosse constantemente lançado para longe.”
“No filme os sapatinhos prateados foram convertidos em sapatinhos de rubi - a fim de ressaltar o fato de ser um dos primeiros filmes a cores do cinema.”

“A estrada de tijolos amarelos inicialmente seria verde. A mudança de cor aconteceu após uma das paralisações nas filmagens, quando ficou definido que a cor amarela seria a melhor a ser usada em um filme feito com Technicolor.”

“O Mágico de Oz fez história por ser sido o primeiro filme a ser visto, anualmente, em televisão comercial. Ele apareceu pela primeira vez na CBS em um sábado, 3 de novembro de 1956 e pela última vez em uma sexta feira, 8 de maio de 1998. O filme continua a ser exibido todo ano nos canais de televisão a cabo da Turner: TCM (Turner Classic Movies) ou TBS (Turner Broadcasting System).”

“A música “Goodbye Yellow Brick Road“, composta por Elton John em 1973, faz referência a estrada de tijolos amarelos do filme O Mágico de Oz, onde a personagem Dorothy deve percorrer para encontrar o mágico que pode fazê-la voltar para casa. A letra, escrita por Bernie Taupin (autor de grande parte das letras de Elton) é uma mistura entre duas histórias: sua própria, falando de sua tristeza em deixar o local onde passou a infância para morar na cidade grande, e a de Elton, enfrentando as consequências de ser um músico precoce.”

“Em 1973, a banda inglesa Pink Floyd lançou o álbum “The Dark Side of the Moon”, que se tornaria um clássico do gênero e um dos discos mais vendidos de todos os tempos. Por alguma razão obscura, alguém resolveu ouvir este álbum enquanto assistia o filme O Mágico de Oz de 1939, e se maravilhou com alguns momentos de sincronia entre os acontecimentos da história e as letras das músicas. Nasceu assim o mito de The Dark Side of the Rainbow, a idéia de que o álbum do Pink Floyd teria sido concebido e cronometrado para servir de trilha sonora alternativa para O Mágico de Oz.”

Assista um trecho, se quiser procurar pela rede, vai achar muito a respeito desta misteriosa trilha alternativa do filme:


Clique aqui e dê uma olhada no texto de Cláudia Faria, crítica de cinema, que muito entende de Oz.

Não há lugar melhor que o lar?

Leandro Antonio
Sessões

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Sessões entrevista Gui Padua

Gui Padua, 34 anos é um orgulho nacional. Além de apresentador, agricultor, administrador de empresas, maratonista, escreve seu blog (bloglog.globo.com/guipadua), empreendedor é cineasta. Isso, quando sobra tempo entre um salto e outro (dentre os 11.000 que já fez). Recordista mundial de tempo em queda livre (4 min e 40 seg) além de recordista em altura, pulando de 25 mil pés de altura - sem oxigênio. O louco do cabelo verde é o entrevistado da vez no Sessões. Contando sobre suas experiencias no cinema, gostos e um pouco mais! Vale a pena conferir.

Sessões - Com qual filme você se identifica ou há algum que poderia mostrar um pouco seu estilo de vida
Gui Padua - Caçadores de emoção (Point Break, filme norte-americano de 1991 com Keanu Reeves e Patrick Swayze).

S - O Brasil vive uma grande safra de documentários sobre personagens mais diversos. Há a possibilidade de sua vida virar um documentário?
G - Sim, ja me apresentaram duas idéias que ainda nao sairam do papel...to esperando um projeto legal, com pessoas inteligentes, que estejam realmente afim.

S - Por seu estilo de vida, você tem predileção por filmes de ação? Indique alguns filmes que você considera bom independente do gênero.
G - Assassinos por Natureza, Scarface, Triplo X

S - E como filmar, manter foco e tremer o menos possível nos saltos? Isso é que é arte.
G - Tenho um capacete feito sobre medida (ultra apertado), onde ja prendi até camera de 35mm.O lance é manter o pescoço firme, com o olho na mira do capacete, e assim vc tenta controlar a tremedeira. mas só com o tempo mesmo...capacete as vezes pesa 12kg...

S - E qual é sua ligação com o cinema. Vimos que você já participou de alguns filmes como ator e como dublê, é cineasta... Nos conte um pouco dessa sua jornada...
G - Sempre adorei assistir filmes e entrei no cinema pelo paraquedismo quando morava nos EUA. Primeiro fazendo assistência de camera de quedalivre para um cienasta famoso nos EUA (Norman Kent), e depois fui me apaixonando e aprendendo em uma super escola que foi Hollywood. Quando voltei ao Brasil resolvi estudar cinema já que tinha me formado em Administração nos EUA.
Tv é ligar a camera... Cinema é pintar um quadro a cada take... Isso me levou a ser cineasta...

Muito obrigado pela entrevista Gui Pádua! O Sessões está de portas abertas sempre que você quiser! E vejam abaixo um dos milhares de saltos desse gente fina!





Equipe do Sessões.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Tarantino's Mind

Tarantino's Mind (2006) on IMDb


Numa mesa de bar dois amigos conversam animadamente ao sabor de cerveja e batata frita. Em Tarantino’s Mind, Selton Melo e Seu Jorge protagonizam este curta metragem muito interessante e engraçado.

O bate-papo segue de maneira descontraída quando Selton decide defender uma tese bastante convincente e absurda, segundo a qual os filmes do cineasta Quentin Tarantino seriam uma só história, que os personagens de uma fita seriam a sequência de outro.
Seu Jorge, a princípio, não leva o assunto muito a sério. Afirma que o Kubrick, o Kurosawa, o Scorsese seriam diretores mais importantes. Selton concorda e diz: “esses caras são samurai, são faixa vermelha, são oitavo andar. Quando eu falo de maiores, estou falando da nova geração: Irmãos Cohen, Jean Pierre Jeunet, Spike Jonze”, e completa: “Decifrei o código que o Tarantino criou”.

O texto é alucinante. A teoria é bastante convincente e apesar de ser meio absurda, você fica mesmo com uma pulga atrás da orelha e se pergunta: será que esse cara tá falando sério ou ele está tirando com a cara do Seu Jorge e de todos que assistem este fantástico curta metragem.
Vale a pena conferir Tarantino's Mind, que o Sessões exibe nesta postagem.

Carlos Nascimento
Sessões
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...