terça-feira, 11 de maio de 2010

Minha Vida Sem Minhas Mães

Nome Original: Äideistä parhain
Diretor: Klaus Kärö
Ano: 2005
País: Finlância e Suécia
Elenco: Topi Majaniemi, Marjaana Maijala, Maria Lundqvist, Michael Nyqvist
Prêmios: Golden Pyramid no Festival Internacional de Cairo, Melhor Atriz (Maria Lundqvist) na Mostra São Paulo.
Äideistä parhain (2005) on IMDb


O dia das mães no último dia passado foi abrilhantado, além do ótimo jantar com o filme 'Minha Vida sem Minhas Mães'. O filme, obviamente conta uma história com mãe, mães para ser mais específico. Finlândia, 1943. A Segunda Grande Guerra estoura e o pequeno Eeros perde mais do que seu pai. É obrigado a deixar para trás sua história, seu país, sua mãe. A Suécia, é seu novo lar, junto a uma nova família. Os suecos esperavam uma menina. Os suecos não entendiam nada do finlandês que a criança falava. Signe o recebe em sua casa, mas seu coração está fechado.

Ver esse filme cheio de problemas familiares, tanta dificuldade de relacionamento entre filho e mães em um momento tão crítico da história, me fez repensar no papel de uma mãe, de suas obrigações, do amor e do carinho que essas mulheres tem por nós, filhos. A vida de Eeros em uma terra estrangeira, a partir das cartas de sua mãe vão mudando os sentimentos, do melhor ao pior como numa roda gigante de emoções. Uma so mãe já é muito. Duas, na cabeça de uma criança, é mais que demais.

Um filme histórico, de arrependimentos, lembranças e de amor materno. A história contada em branco e preto alternado com o colorido já é uma técnica manjada, porém, ao contrário. O passado é colorido e o presente é monocromático, demonstrando que mágoas, recentimentos e erros no passado vivido com todo amor e paixão, no futuro (hoje) só resultaram numa realidade sombria e cru, buscando explicações. E não há o que explicar de amor de mãe. Parabéns mães. Obrigado mãe.

Vitor Stefano
Sessões

3 comentários:

  1. Gostei muito do filme, conta uma historia comum de um jeito diferente, me surpreendi.
    Não gosto de finais tristes, mas este não sei explicar, a tristeza dele é tão clara no final do filme, que é natural a compreensão da dor.
    Muito lindo, assistam!

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  2. Senti-me agora um grande ignorante. Nunca vi dizer que este filme existe!

    Leandro Antonio
    Sessões

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  3. "Só as mães são felizes"...

    M.M.
    Sessões

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