segunda-feira, 9 de junho de 2014

Febre do Rato



Nome Original: Febre do Rato
Ano: 2011
Diretor: Claudio Assis.
País: Brasil.
Elenco: Irandhir Santos, Juliano Cazarré, Matheus Nachtergaele, Ângela Leal e Nanda Costa.
Prêmios: Melhor Filme, Melhor Atriz (Ângela) e Melhor Roteiro no Grande Prêmio Brasil de Cinema, Gran Coral (Terceiro Prêmio) de Melhor Filme no Festival de Havana e Melhor Filme da Associação de Críticos de Arte de São Paulo.
A Febre do Rato (2011) on IMDb


Veja essa porra inteira aí:




Bucetas e Caralhos. Velhos e Jovens. Tetas e Pintos. Loucos e Sãos. O mundo é um puteiro cheio de cafetões e prostitutas do pior nível, frequentado pela burguesia filha da puta que cospe quando come, regurgita quando fala, goza quando ve e caga quando fala. O mundo pode ser resumido ao Brasil. Essa espelunca governada pela calhorda, onde vivem aristocratas cuzões e onde o povo é sugado pela ganancia de ser de uma classe medíocre. E não apenas de ser, de ter o que os medíocres tem: porra nenhuma. Mas podemos resumir ainda mais. O Brasil é Recife. Fede pra caralho. É feia pra caralho. Tem gente pobre pra caralho. É do caralho. O caralho a quatro.  E esse jornal Febre do Rato. Quem é esse Zizo? Esse cabra arretado da porra. Um poeta, dizem. Um marqueteiro, também. Um revolucionário, maconheiro da porra, binguço da preula, fodão. O cara é bom demais. Come as velinhas, quer as novinhas, quer revolucionar, quer a desordem. Quer viver sem medir a quem, saber o que, ter nada. Zizo é homem do bem. Homem que sabe. Não é zé povinho que vai pra rua protestar por merda. Ele só quer a liberdade, nos libertem das gaiolas, quebrem os muros, tirem as roupas. Depois de Zizo nada foi igual. Mas cadê o Zizo? Cadê o Amarildo? O zé povinho sucumbiu. A mediocridade sumiu com ele. A intolerância fode. Eu quero mais que se foda. Eu quero mais Cinema Brasileiro desse. Eu quero mais de Claudio Assis. Bom pra caralho!

Vitor Stefano
Sessões

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