terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Última Parada 174



Diretor: Bruno Barreto
Ano de lançamento: 2008
País: Brasil
Elenco: Michel Gomes, Cris Vianna, Marcello Melo Jr., Gabriela Luiz, Anna Cotrim, Tay Lopez, Douglas Silva, Rafael Logan, André Ramiro, Alessandra Cabral, Tereza Xavier.
Sem prêmios
Última Parada 174 (2008) on IMDb



Baseado no documentário “Ônibus 174”, que lançou o diretor de Tropa de Elite, José Padilha, o filme “Última Parada 174”, dirigido por Bruno Barreto, narra a saga de Sandro, sobrevivente da chacina da candelária e protagonista de um trágico assalto a um ônibus no Rio de Janeiro.

O filme termina e por alguns minutos o expectador fica ainda paralisado na poltrona, olhando a tela e seus caracteres tentando assimilar a “pancada” que tomou. Por se tratar de uma história real, e que apesar de ser realçada com temperos de ficção, a narrativa não tem nenhuma vocação para entretenimento. É cinema provocador, incomoda e causa sensação de que todos nós somos cúmplices da merda que ocorreu.

Já que o nosso querido e amado blog está aberto para apreciação de leitores de todas as vertentes filosóficas e provavelmente alguns fãs de Afanásio Jazadi, Gil Gomes, Datena e congêneres lerão o que aqui estamos escrevendo. Então o meu recado é pra você que se enquadra neste perfil – não assista este filme porque você não vai gostar.

Digo isso porque, de uma maneira geral, estas pessoas já tiveram a sua opinião formada a respeito deste caso e a respeito de qualquer criminoso que apareça na televisão. “Pena de morte..., vagabundo tem que morrer... “, e outros comentários afins.

Não quero pretender ser porta-voz dos produtores desta obra, mas creio que entendi o recado. Ao apresentar a figura de Sandro de uma maneira humanizada, uma “vítima” que apareceu ao vivo nos noticiários como um monstro assassino. Na verdade, a intenção é colocar em pauta a discussão sobre os equívocos sociais que fabricam marginais.

Parece simples, porque as causas da criminalidade todos nós sabemos quais são, mas dramatizar uma história como esta tem efeito multiplicador. Afinal Sandro tinha tudo para se dar muito mal na vida. No entanto, conhecendo sua história, perdas, desencontros, coincidências, erros e erros, aparece ali um ser humano de boa alma e a gente até que torce por ele, se esquecendo que no final, de fato, se dará muito mal.

Quando o desfecho acontece, e todos nós já o conhecíamos, mesmo assim, aquilo tudo nos deixa atônitos, sem reação. Creio que esta é a principal virtude desta narrativa: provocar, lançar um novo olhar, uma nova perspectiva sobre um assunto que parecia estar encerrado, esquecido, desprezado.

Méritos para as atuações, principalmente de Michel Gomes, que faz o protagonista da história.

Ultima Parada 174 será o representante brasileiro no Oscar. Talvez seja o filme brasileiro com o “pior” perfil na história para concorrer à estatueta. Não é filme para entreter. É cruel, doloroso, apolítico. Talvez aí resida a sua maior chance nesta competição, pois não possui pretensões nem torcidinhas.


Carlos Nascimento
Sessões

10 comentários:

  1. Qual Manuel Estado,qual Manuel Direito!

    O filme Última Parada 174 propicia uma reflexão acerca de uma conjuntura sócio-econômica específica que por vezes acaba servindo de substrato para alimentar e produzir tragédia nacional de repercussões internacionais.

    Sandro é o nome do monstro-protagonista ou protagonista-monstro do filme.Sua criação se deu além da margem das linhas do Estado democrático de direito e dos direitos civis adquiridos no Brasil.Produto fabricado nas empresas de tráfico dos morros as quais ainda,infelizmente,requerem braços para manter “a máquina operando”,Sandro foi apadrinhado pelo chefe do Comando Vermelho(CV) após a queda deste,jogado às vicissitudes do fado.Na rua provou da cola,do frio,da dor,da maconha,das viagens,da raiva,da cocaína,da violência,das alucinações,do menosprezo e ,enfim, da desgraça.

    Um sonho de quando em quando lhe tocava à memória:Ser cantor de Rap;Ser,pois,famoso.Mas o pai Estado não lhe proveio sequer de meios educacionais necessários para que ele ao menos pusesse sua rima em papel branco o que para ele acabaria sendo melhor uma vez que assim não se esqueceria da letra...

    O gosto do amor lhe veio da boca de uma menina de rua que mais tarde se tornaria para ele uma amante e para os outros uma puta.

    A mãe ,ex-viciada em drogas,agora,contudo,viciada apenas em deus saí à cata de sua cria até encontra-la em presídio ou para nos valermos de uma terminologia mais pomposa e solene um centro de reabilitação social juvenil.Entidade que é regida pelo princípio de pregar a prática da cidadania em seus reclusos;indubitavelmente o Estado cumpre o seu dever colocando as marcas da cidadania nas costas do cidadão à base de pauladas nos elementos menos suscetíveis à coadunação das regras do todo poderoso-Estado Democrático.

    A Amizade se dá pela criação de um laço de fidelidade assaz diferente daqueles que se formam em uma sociedade “legal”.A ligação de homens “além-Estado” se faz pela cumplicidade de não delatar o companheiro à ordem instituída nem que para isso se o pague o preço de esconder e assumir a responsabilidade do ato de outrem.

    A ONG ,associação sem vínculos estatais, nada pode fazer para auxiliar Sandro na consecução de seu sonho.

    As imagens a partir daí são trêmulas e intermitentes.
    Sandro toma condução em um ônibus que será o palco para seu show.Alguém dentro do transporte “público” vê a arma do padre “comédia” na cintura de Sandro e corre à avisar as autoridades legais.O cidadão certinho que cumpriu com o seu dever de noticiar o braço armado do estado se conhecesse o código de conduta do morro:”X-9 é tudo filha-da-puta” teria evitado a morte de 2 pessoas Sandro e sua vítima.

    Encurralado, doidão de cocaína, Sandro tranca-se no ônibus com suas agora reféns.A polícia do lado de fora ouve impassível suas exigências.Sandro pela primeira vez é protagonista de seu show;aquele que nunca lhe assistiu veio lhe ver:O Estado.Sandro “vai matar geral”;Sandro desce do ônibus segurando o cabelo de sua vitima ;a policia sorrateira e bem treinada tenta com uma metralhadora automática desfechar um tiro na cabeça de Sandro;Sandro vê;Sandra mata a vítima;Sandro é colocado no camburão,o camburão fecha as portas;Sandro chega morto a delegacia;Sandro não tem marca nem furo de bala;Sandro foi estrangulado.

    Agora o Estado se prontifica a cuidadr de tudo e,por quê não de todos?Sim,o Estado irá resolver a situação....

    O monstro foi para o inferno,a vítima para o céu e mais sandros permaneceram no purgatório.
    A notícia corre o mundo se Sandro pudesse ver.....
    O Estado não atua de forma preventiva mas sim à medida que a “doença” fere o tecido social.Não quero dizer com isso que Sandro era um anjo quero opinar no sentido de que se há uma entidade que deveria se preocupar para que esse tipo de coisa não acontecesse essa entidade é o Estado.
    Eu,como membros dos Sessões, olhei com cuidado e vi que o Estado deseja colocar os homens nas mais altas alturas só que nesse devaneio finalístico se esquece da rarefação do ar;o ar escasseia lá no alto.O morro da favela e os prédios da cidade são construções de dois tipos de Estado um legal outro marginal seus elementos se encontram quando descem cada qual suas ruas e escadas no palco-chão-ringue do espaço Nacional.

    Fernando Moreira dos Santos
    Sessões

    ResponderExcluir
  2. Mais um filme mostrando esse Brasil desgraçado? Sem esperança? E sempre tem que ter cena de nudez? Apelativo! Pra que tantos porras, caralhos, putas que pariu? Mortes. Crendices populares. Religião aliada ao dinheiro. Armas. Fugas. Prisão. Enterro. Mortes. Assaltos. Tráfico. Consumo de drogas. Crianças de rua. Dois dos mais trágicos acontecimentos ocorridos no final do século passado A chacina da Candelária (1993) e o seqüestro do ônibus 174(2000).
    Tem tudo isso sim! Mas o filme é bom pra caralho! (Perdão pelo palavrão, mas o filme contamina).

    A história é a do menino Sandro (excelente atuação de Michel Gomes), que escapa da chacina e causa o seqüestro do ônibus.
    Por se basear em uma história real, o filme tem uma dramaticidade obvia. Ainda mais quando com grande perspicácia Bruno Barreto conseguiu humanizar as relações entre os personagens. Humanizar não mostrando que o Ale é um menino certinho, mas mostrando as relações que o levaram a causar o que aconteceu.
    Como a frase da estudante no ônibus ao Ale: 'Sabe quem é a maior vítima deste ônibus? Você'.
    O som da pá cobrindo o caixão é o fim do drama vivido por mais um cidadão brasileiro. Mas não é o fim do drama.

    Parabéns ao Bruno pela coragem de relembrar o absurdo que alguns policiais fizeram com as 11 crianças da Candelária que faleceram e que deixou todos os que lá estiveram com seqüelas maiores do que físicas. Mas a impunidade e a memória curta não fazem o povo lutar para que melhoras sejam feitas. Nada muda e não me excluo da crítica. Mas aqui é o Sessões e vamos falar do filme!!!

    Boa sorte ao bom filme Última Parada 174 no Oscar 2009. Os candidatos mais fortes são Gomorra (Itália) e o vencedor da Palma de Ouro em Cannes, Entre Le Murs (França), mas boa sorte à co-produção franco-brasileira Última Parada 174. Discordo do Carlos quando diz que não tem cara de filme vencedor, pois tem alguns elementos de outros filmes vencedores da mesma categoria em anos anteriores, como o sul-africano Infância Roubada (Tsotsi), vencedor em 2006 - que claramente tem influência em Cidade de Deus (2002). Por que não finalmente o Brasil ser contemplado? Quem sabe.

    Independente de prêmios, já é um filme que consegue passar a sua mensagem. Apreciem. É cinema brasileiro, porra!

    Menção às músicas dos Racionais e de Gabriel, o Pensador.

    Os filmes pré-selecionados a concorrer ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro de 2009 são:
    GOMORRA | Itália
    ENTRE LE MURS | França
    ELDORADO | Bélgica
    THE MERMAID | Rússia
    LEONERA | Argentina
    CAPTAIN ABU RAED | Jordânia
    PERRO COME PERRO | Colômbia
    MY MAGIC | Cingapura
    TRÊS MACACOS | Turquia
    TRICKS | Polônia
    STARS ON EARTH | Índia
    REVANCHE | Áustria
    VALSA PARA BASHIR | Israel
    ARRANCAME LA VIDA | México
    ZIFT | Bulgária
    RESTUL E TACERE | Romênia
    SNOW | Bósnia Hezergovina
    PLOONING | Filipinas
    THE TOUR | Sérvia
    THE NECESSITIES OF LIFE | Canadá
    DEPARTURES | Japão
    CAPE Nº7 | Taiwan
    ÚLTIMA PARADA 174 | Brasil
    KARAMAZOVI | Republica Tcheca
    WHITE NIGHT WEDDING | Islândia
    BLIND LOVES | Eslováquia
    AQUELE QUERIDO MÊS DE AGOSTO | Portugal
    THE SONG OF SPARROWS | Irã
    LOSS | Lituânia
    I WAS HERE | Estónia
    DER BAADER MEINHOF KOMPLEX | Alemanha
    TONY MANERO | Chile
    THE HOME OF DARK BUTTERFLIES | Finlândia
    MARIA LARSSON’S EVERLASTING MOMENT | Suécia
    DER FREUND | Suiça
    CROSSING | Coréia do Sul
    AHA! | Blangadesh
    WORLDS APART | Dinamarca
    DUNYA AND DESIE | Holanda
    O´HORTEN | Noruega
    I AM FROM TITOV VELES | Macedônia
    ISKA´S JOURNEY | Hungria
    SALT OF THIS SEA | Palestina
    THE BLIND SUNFLOWERS | Espanha
    PAINTED SKIN | Hong Kong
    CORRECTION | Grécia
    TENGRI | Quirquistão
    ARABIAN NIGHTS | Luxemburgo
    ADIEU MERES | Marrocos
    EL TINTA DE LA FAMA | Venezuela
    NO ONE´S SON | Croácia
    OPIUM WAR | Afeganistão
    JERUSALEMA | África do Sul
    THE SORROW OF MRS. SCHNEIDER | Albânia
    MASQUERADES | Argélia
    FORTRESS | Azerbaijão
    TULPAN | Cazaquistão
    DREAM WEAVERS – BEIJING 2008 | China
    THE ISLAND | Egito
    ROOSTER´S BREAKFAST | Eslovênia
    MEDIATOR | Geórgia
    DEFENDERS OF RIGA | Letônia
    UNDER THE BOMBS | Líbano
    HOPE ETERNAL | Reino Unido
    LOVE OF SIAM | Tailândia
    ILLUSION OF FEAR | Ucrânia
    MATAR A TODOS | Uruguai

    Vitor Stefano
    Sessões

    ResponderExcluir
  3. Para o jovem Sandro, Alê da Candelária, o narcotráfico assemelhou-se à estrada de tijolos de ouro, estrada esta, que o conduziu ao castelo mais notório da favela – a boca-de-fumo – Ao cruzar os portões deste castelo, o neguinho experimentou o poder, obteve prestígio, o pão de cada dia, um grande amigo, um louco amor, o gozo e a PAZ. Sandro, de arma na mão e um bagulho para vender encontrou – A Fórmula Mágica da Paz – que os Racionais MCs cantaram.

    A pólvora que garantiu ao jovem-órfão-preto-favelado o status e a segurança material, ultrapassa este grau de necessidades e desejos e garante a ele – um lugar no mundo. Mais que visível, a criança que sobreviveu a Chacina da Candelária e mesmo assim, permaneceu esquecida, excluída, anônima até Ônibus 174 é agora – notícia no mundo.

    Tantas histórias devem ser parecidas com as do Sandro, Alê da Candelária. Tantos invisíveis neste momento anseiam visibilidade! Não é espantoso o raciocínio de que o jovem-negro-favelado convive com a idéia de que possuir arma na cinta e muita munição é a possibilidade de sentir-se alimentado, é a possibilidade de sentir-se notório e a possibilidade de interferir no real.

    Écio Salles, autor do livro Poesia Revoltada, cita em sua obra Ralph Ellison, e embora este tenha pertencido a outras décadas, nos permite fazer uma relação, dizendo o seguinte: “Eu sou um homem invisível. Não, eu não sou um fantasma como aqueles que perseguiam Edgar Alan Poe; tampouco sou um ectoplasma no cinema de Hollywood. Sou um homem de substância, de carne e osso, de fibra e líquidos – e pode-se dizer que possuo até mesmo uma alma.”

    Cito Salles e Ellison, para dar a dimensão de que Sandro, Alê da Candelária é personagem de cinema sim, mas nunca será fabricação da indústria do entretenimento. O rapaz é de carne, osso, fibra e líquidos e passado.
    O Sandro, Alê da Candelária foi notícia, e isto lhe conferiu uma alma formada pela percepção dos sentidos alheios.
    O Sandro, Alê da Candelária é agora filme, e isto lhe confere um caminho entre alma formada pela percepção dos sentidos alheios, a alma real e a alma estética.
    O Sandro, Alê da Candelária é mais que alguém agora – ele é cinema!
    (...)

    Eu poderia estar roubando. Eu poderia estar matando. Mas, eu estou aqui: Pedindo!
    Eu poderia estar matando. E poderia estar pedindo. Mas, eu estou aqui: Roubando!
    Eu poderia estar pedindo. Eu poderia estar roubando. Mas, eu estou aqui: Matando!

    ResponderExcluir
  4. Ainda não assisti, mas pretendo. Acho importante mostrar às pessoas a história por trás do seqüestro do ônibus. Não se trata apenas de humanizar um “marginal”, mas de mostrar o contexto por trás de um fato real e doloroso. Toda ação tem sua reação e as coisas vão acontecendo em cadeia. Parece que as pessoas ainda não entenderam o poder que o sistema tem sobre todos nós, nossa formação, nossas decisões.

    Muito bom o texto.

    ResponderExcluir
  5. Muito interessante mostrar este lado da "fábrica de marginais" (como foi citado no texto), nos faz pensar como julgamos o próximo sem saber as reais causas que levou o indivíduo a tornar-se um marginal deste tipo.
    O engraçado do filme é a ironia das coisas, pelo fato ter ocorrido exatamente "aos pés do Cristo Redentor"!
    Soube do filme à pouco tempo e logo em seguida li mais sobre ele aqui no blog e estou anciosa para assistir!
    Com certeza tem grande chance de levar um Oscar!

    ResponderExcluir
  6. Intenso, comovente, imparcial, lindo, verdadeiro, quase real. Assim é o 'Última Parada 174', de Bruno Barreto.
    Nosso cinema está caminhando para frente. Torcida brasileira, sempre.

    =o]

    ResponderExcluir
  7. Confesso que ainda não assisti o filme!mais tenho grande vontade!
    Mais vamos lá posso falar um pouco afinal ja vi e ouvi várias entrevistas do Bruno Barreto,além do que tenho acompanhado muito bem de perto essa nova fase do cinema brasileiro.
    Última Parada 174 me chama atenção em vários aspectos,primeiro pq é um roteiro original de uma historia verdadeira e dramática,a segunda pq não mostra só o q houve no dia da tragédia,ele mostra o pq tudo aconteceu,a vida das pessoas que estavam envolvidas,é como se tudo isso tivesse sido premeditado afinal não era um problema de hoje.

    Sou um pouco suspeita pra falar sobre a indicação dele ao Oscar,pois assisti boa parte dos filmes brasileiros que estavam indicados e confesso que esperava que outros filmes fossem concorrer!

    É muito bom ver a nova leva de filmes e diretores brasileiros,ultimamente venho acompanhando de perto os filmes e tenho gostado bastante,estamos mostrando que temos muita coisa boa e que podemos ganhar o mundo!
    Outra coisa bem interessante é que está mudando o foco dos cineastas,de sempre fazer filmes sobre favelas,mortes entre outros,tenho visto filmes com roteiros muito originais com muito conteudo e ótimas historias que não remete mais ao foco de mortes e favelas!

    Estou na torcida do filme,espero que ele possa representar o Brasil lá fora,pretendo em breve o mais o mais rápido ver o filme.

    ResponderExcluir
  8. Depois de ler todos os comentários sobre o filme, além, claro da postagem sobre, fiquei com enorme vontade de assistir o filme. Gosto de filmes assim.

    Vi no site oficial do filme, que começou a passar nos cinemas dia 24 de outubro, que já não deve ta passando mais. Soube desse filme aqui pelo blog, hoje no caso! Quando chega nas locadoras?

    ResponderExcluir
  9. Olá, Raimundo!

    O lançamento do DVD será em 16/02/2009.

    Vamos aguardar, por que apesar de ter visto no cinema, os extras podem ser interessantíssimos.

    Obrigado pelas visitas,

    Leandro Antonio
    Sessões

    ResponderExcluir
  10. Infelizmente não deu para o 'Última Parada 174'.
    Os pré escolhidos a concorrer ao Oscar 2009 são:

    Revanche, de Gotz Spielmann - Áustria

    The Necessities of Life, de Benoit Pilon - Canadá

    Entre os Muros, de Laurent Cantet - França

    The Baader Meinhof Complex, de Uli Edel - Alemanha

    Waltz with Bashir, de Ari Folman - Israel

    Departures, de Yojiro Takita - Japão

    Tear This Heart Out, de Roberto Sneider - México

    Everlasting Moments, de Jan Troell - Suécia

    3 Monkeys, de Nuri Bilge Ceylan - Turquia

    Vitor Stefano
    Sessões

    ResponderExcluir

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...